estar sem acesso à net em serviço público hoje em dia coloca mais e maiores dificuldades que em tempos a falta de luz;
sem luz ainda se podem utilizar os portáteis, pelo menos enquanto durarem as baterias; agora sem net, em tempos em que a informação está dispersa por múltiplos servidores em inúmeros sítios do planeta, então o serviço torna-se praticamente impossível;
terça-feira, 22 de junho de 2010
encerramento
a propósito do encerramento de escolas de pequenas dimensões três notas soltas;
concordo em absoluto, com o encerramento de escolas de reduzidas dimensões, qual o número, isso é discutível; por causa do isolamento de alunos e docente, pela ausência de equidade, pela falência de políticas locais, pela quebra de princípios salazarentos com que ainda hoje se olha a escola do 1º ciclo;
segunda nota, a redução de alunos está directamente relacionada com muitas das falhas de políticas locais, ou simplesmente da sua ausência, que sempre, ou quase, se limitaram a replicar políticas nacionais de concentração e centralização na sede de concelho, ainda que com bandeiras e pretextos diferentes;
por último, ainda em processo negocial é possível de ver a ausência de soluções, de medidas que visem contrariar o encerramento, a não ser o simples não porque não;
concordo em absoluto, com o encerramento de escolas de reduzidas dimensões, qual o número, isso é discutível; por causa do isolamento de alunos e docente, pela ausência de equidade, pela falência de políticas locais, pela quebra de princípios salazarentos com que ainda hoje se olha a escola do 1º ciclo;
segunda nota, a redução de alunos está directamente relacionada com muitas das falhas de políticas locais, ou simplesmente da sua ausência, que sempre, ou quase, se limitaram a replicar políticas nacionais de concentração e centralização na sede de concelho, ainda que com bandeiras e pretextos diferentes;
por último, ainda em processo negocial é possível de ver a ausência de soluções, de medidas que visem contrariar o encerramento, a não ser o simples não porque não;
sexta-feira, 18 de junho de 2010
peso
em final de semana sinto o peso dos dias e dos quotidianos em cima dos ombros;
ando mais dobrado, mais encarquilhado, reflexo do peso da semana que se apresta para terminar;
e os fins-de-semana nunca são grande coisa, preenchidos que são com múltiplos afazeres...
ando mais dobrado, mais encarquilhado, reflexo do peso da semana que se apresta para terminar;
e os fins-de-semana nunca são grande coisa, preenchidos que são com múltiplos afazeres...
condução
os eborigenes a conduzir são qualquer coisa de... assustador;
as rotundas fazem-se a direito, as mudanças de direcção raramente são sinalizadas, acontecem inesperadamente;
as buzinas mais parecem vuvuzelas, num claro despique de sons;
a cordialidade de as entradas se fazerem intercaladamente é mentira;
é cá uma condução...
as rotundas fazem-se a direito, as mudanças de direcção raramente são sinalizadas, acontecem inesperadamente;
as buzinas mais parecem vuvuzelas, num claro despique de sons;
a cordialidade de as entradas se fazerem intercaladamente é mentira;
é cá uma condução...
quarta-feira, 16 de junho de 2010
desfolhada
há já algum tempo que não coloco por aqui melomanias;
entre dúvidas e suspeições fica sempre algo por colocar;
hoje, opto por Simone, a nossa, em desfolhada, com uma voz que faz impressão;
entre dúvidas e suspeições fica sempre algo por colocar;
hoje, opto por Simone, a nossa, em desfolhada, com uma voz que faz impressão;
consumo
isto de fazer uma tese pouco tem que se lhe diga, mas muito fica por dizer;
não é nada do outro mundo, há quem faça a coisa com uma perna às costas;
não é o meu caso, que tenho suado as estopinhas para conseguir avançar milímetros;
mesmo quando não estou a trabalhar, ou a fingir que trabalho, penso na coisa, constantemente, sucessivamente;
é de um consumo perfeitamente estonteante;
aquando da dissertação de mestrado não me senti tão empenhado, tão absorvido, tão consumido;
mas agora isto tá demais...
não é nada do outro mundo, há quem faça a coisa com uma perna às costas;
não é o meu caso, que tenho suado as estopinhas para conseguir avançar milímetros;
mesmo quando não estou a trabalhar, ou a fingir que trabalho, penso na coisa, constantemente, sucessivamente;
é de um consumo perfeitamente estonteante;
aquando da dissertação de mestrado não me senti tão empenhado, tão absorvido, tão consumido;
mas agora isto tá demais...
esforço
em final de dia, que têm sido deveras complicados, onde tenho deitado abaixo a bateria do télélé, a vontade de estar de volta da tese é praticamente nula;
mas é de esforço que se trata e não de vontade ou de apetites;
entretanto divago por aqui...
mas é de esforço que se trata e não de vontade ou de apetites;
entretanto divago por aqui...
organização
sou um rapaz algo confuso que, quando não me conhecem, até podem dizer que gosto de complicar - o que não é de todo verdade;
um dos meus muitos problemas, assenta na organização do raciocínio, seja na conversa, seja na escrita;
tenho por defeito misturar alhos com bugalhos e aquilo que na minha cabecita é claro e escorreito por vezes torna-se confuso e de difícil decifração;
tenho dado com isso na escrita da tese, onde misturo argumentos que deviam estar separados, onde confundo ideias que deviam ser claras, onde complico que aquilo que devia ser fácil;
tenho procurado corrigir o erro e o defeito, mas não tá fácil...
um dos meus muitos problemas, assenta na organização do raciocínio, seja na conversa, seja na escrita;
tenho por defeito misturar alhos com bugalhos e aquilo que na minha cabecita é claro e escorreito por vezes torna-se confuso e de difícil decifração;
tenho dado com isso na escrita da tese, onde misturo argumentos que deviam estar separados, onde confundo ideias que deviam ser claras, onde complico que aquilo que devia ser fácil;
tenho procurado corrigir o erro e o defeito, mas não tá fácil...
terça-feira, 15 de junho de 2010
na hora
hoje entramos em campo e de acordo com a tradição nós paramos para ver - estou na expectativa de saber se consigo ver o jogo;
antes do jogo, durante as expectativas escrevo e fica escrito;
ao contrário da maioria do fazedores de opinião considero que temos um bom treinador e uma equipa mediana - pelo menos para um campeonato do mundo;
do que resulta da mistura, vamos ver, cá estamos para ver...
antes do jogo, durante as expectativas escrevo e fica escrito;
ao contrário da maioria do fazedores de opinião considero que temos um bom treinador e uma equipa mediana - pelo menos para um campeonato do mundo;
do que resulta da mistura, vamos ver, cá estamos para ver...
escrita
no meio de um processo de investigação há várias coisas que vamos aprendendo;
uma delas é saber parar de ler;
ler é sempre um desafio, encontramos novas ou pelo menos diferentes linhas de pensamento, outras perspectivas, novos argumentos;
mas se continuamos a ler, corre-se o risco de a escrita não acabar;
estou na fase dos finalmentes, seja de escrita como de leitura, mas de quando em vez não resisto a um título que chama por mim e dou de pantanas com mais acrescentos de escrita;
o risco que corro é o da incoerência dos argumentos ou, pelo menos, da sua pouca consistência;
há que saber parar...
uma delas é saber parar de ler;
ler é sempre um desafio, encontramos novas ou pelo menos diferentes linhas de pensamento, outras perspectivas, novos argumentos;
mas se continuamos a ler, corre-se o risco de a escrita não acabar;
estou na fase dos finalmentes, seja de escrita como de leitura, mas de quando em vez não resisto a um título que chama por mim e dou de pantanas com mais acrescentos de escrita;
o risco que corro é o da incoerência dos argumentos ou, pelo menos, da sua pouca consistência;
há que saber parar...
domingo, 13 de junho de 2010
regresso
depois de quase duas semanas sem tocar no trabalho de investigação retomar a dinâmica e a vontade de escrita é coisa séria que mói;
nesta altura já reconheço, como outros, que este trabalho, nesta fase é 10% de inspiração e 90% de transpiração, de esforço;
o que se lhe há-de fazer...
nesta altura já reconheço, como outros, que este trabalho, nesta fase é 10% de inspiração e 90% de transpiração, de esforço;
o que se lhe há-de fazer...
novidades
este ano na quinta há uma novidade espalhada pelos sítios mais frescos e mais macios da terra;
são as toupeiras ou ratos cegos como há quem lhes chame;
fazem autênticas crateras de mini vulcões, deixam o espaço todo esburacado;
se há sítios onde não me incomodam, outros há que são uma clara chatice como é a relva;
combatê-los é um autêntico desafio
são as toupeiras ou ratos cegos como há quem lhes chame;
fazem autênticas crateras de mini vulcões, deixam o espaço todo esburacado;
se há sítios onde não me incomodam, outros há que são uma clara chatice como é a relva;
combatê-los é um autêntico desafio
morte
parar é morrer;
apesar de andar cansado desta escrita e de considerar que muitos dos seus objectivos estão ultrapassados, nada melhor que um refresh para ver o que pode dar;
apesar de andar cansado desta escrita e de considerar que muitos dos seus objectivos estão ultrapassados, nada melhor que um refresh para ver o que pode dar;
sexta-feira, 11 de junho de 2010
fartura
fartura até de escrita, mas não é disso que se trata;
numa quinta com múltiplas árvores de fruto, fica evidente que a fartura não é para esta casa;
as árvores florescem quanto têm de florescer, como resultado em determinados períodos há muito de tudo, ele são nêsperas, alperces, pêssegos, ameixas, pêras, maças e outras coisas que tais;
e acham que o pessoal as comes, não senhor, gosta-se é da fruta fora de época, quando há muito fica dependurada nas árvores;
é como a escrita, fica por aqui dependurada...
numa quinta com múltiplas árvores de fruto, fica evidente que a fartura não é para esta casa;
as árvores florescem quanto têm de florescer, como resultado em determinados períodos há muito de tudo, ele são nêsperas, alperces, pêssegos, ameixas, pêras, maças e outras coisas que tais;
e acham que o pessoal as comes, não senhor, gosta-se é da fruta fora de época, quando há muito fica dependurada nas árvores;
é como a escrita, fica por aqui dependurada...
números
para o bom e para o mau tenho um catedrático de ciências de educação que é licenciado em economia;
a casa produz muitos números, poucos são aceitáveis para uma gestão estratégia;
nos tempos mais recentes se me falarem em números tenho-os quase todos na ponta da língua, e não se trata de destacamentos, de considerar coisas fingidas ou encapotadas, trata-se da realidade de cada escola da minha zona de trabalho;
não sou contra o rácios, médias, modas, e coisas que tais; desde que existam resultados; e, pela minha zona de trabalho, os números não batem uns com os outros, isto é, os rácios, incrivelmente baixos nuns casos, não têm resultados compagináveis;
é insustentável manter estas situações e não é por questões economicistas, mas sim por meras questões éticas...
a casa produz muitos números, poucos são aceitáveis para uma gestão estratégia;
nos tempos mais recentes se me falarem em números tenho-os quase todos na ponta da língua, e não se trata de destacamentos, de considerar coisas fingidas ou encapotadas, trata-se da realidade de cada escola da minha zona de trabalho;
não sou contra o rácios, médias, modas, e coisas que tais; desde que existam resultados; e, pela minha zona de trabalho, os números não batem uns com os outros, isto é, os rácios, incrivelmente baixos nuns casos, não têm resultados compagináveis;
é insustentável manter estas situações e não é por questões economicistas, mas sim por meras questões éticas...
desculpas
ainda a educação e o encerramento de escolas;
os jornais cá da terra trazem os abaixo assinados dos pais, as declarações das juntas e as considerações daqui e dali;
esquecem-se tão somente que o encerramento de muitas das escolas decorre apenas da falência das políticas locais, da clara ausência de uma estratégia de desenvolvimento, do esgotamento dos modelos políticos de fixação das populações, das desculpas de mau pagador quanto às capacidades de atrair gente ao mundo rural; foram anos de isolamento, de desprezo, de desconsideração;
agora é aproveitar a onda, para esconder erros próprios;
nem tudo é perfeito, longe disso, mas as incompetências também têm de ser reconhecidas...
os jornais cá da terra trazem os abaixo assinados dos pais, as declarações das juntas e as considerações daqui e dali;
esquecem-se tão somente que o encerramento de muitas das escolas decorre apenas da falência das políticas locais, da clara ausência de uma estratégia de desenvolvimento, do esgotamento dos modelos políticos de fixação das populações, das desculpas de mau pagador quanto às capacidades de atrair gente ao mundo rural; foram anos de isolamento, de desprezo, de desconsideração;
agora é aproveitar a onda, para esconder erros próprios;
nem tudo é perfeito, longe disso, mas as incompetências também têm de ser reconhecidas...
marchas
cá pela minha terra também é dia de marchas;
vésperas de stº. antónio e é ver as freguesias engalanadas, as senhores vestidas a preceito e os senhores todos pimpolhos nas suas indumentárias;
são as marchas senhores...
vésperas de stº. antónio e é ver as freguesias engalanadas, as senhores vestidas a preceito e os senhores todos pimpolhos nas suas indumentárias;
são as marchas senhores...
assobios
o nosso primeiro foi assobiado, apupado dizem alguns jornais;
existirão razões, algumas das quais até eu me apetece corroborar;
contudo, há que pensar um pouco naquilo que somos e perceber o porquê de algumas assobiadelas;
não vou mais atrás, mas mário soares foi apelidado de cobras e lagartos em tempos em que o país atravessou crise aguda; dizem agora que foi um dos salvadores da pátria;
a seguir a ele, cavaco foi isto e aquilo, depois o pior de todos, depois ainda, eleito presidente e perdoado o mal que fez;
a. guterres também foi apupado numa qualquer cerimónia no pavilhão atlântico, dizem que se foi, hoje muitos dizem que terá sido o melhor primeiro ministro da democracia;
até durão barroso ou mesmo p. s. lopes, hoje que, há luz das sondagens, muitos dizem que seriam os salvadores;
reconheçamos, quem quer que seja ou esteja como primeiro ministro é alvo a abater, seja pelo que for, está dentro de nós mesmos;
não há assobiadela que aguente...
existirão razões, algumas das quais até eu me apetece corroborar;
contudo, há que pensar um pouco naquilo que somos e perceber o porquê de algumas assobiadelas;
não vou mais atrás, mas mário soares foi apelidado de cobras e lagartos em tempos em que o país atravessou crise aguda; dizem agora que foi um dos salvadores da pátria;
a seguir a ele, cavaco foi isto e aquilo, depois o pior de todos, depois ainda, eleito presidente e perdoado o mal que fez;
a. guterres também foi apupado numa qualquer cerimónia no pavilhão atlântico, dizem que se foi, hoje muitos dizem que terá sido o melhor primeiro ministro da democracia;
até durão barroso ou mesmo p. s. lopes, hoje que, há luz das sondagens, muitos dizem que seriam os salvadores;
reconheçamos, quem quer que seja ou esteja como primeiro ministro é alvo a abater, seja pelo que for, está dentro de nós mesmos;
não há assobiadela que aguente...
coisas
coisas que são óptimas histórias de vida, daquelas que iluminariam qualquer telenovela;
uma senhora apaixonou-se pelo seu actual marido em face do modo como ele conversava, descrevia a sua anterior esposa, ele agora viuvo;
a filha que agora esperam terá o nome dessa sua primeira mulher, por opção da actual;
são coisas da vida...
uma senhora apaixonou-se pelo seu actual marido em face do modo como ele conversava, descrevia a sua anterior esposa, ele agora viuvo;
a filha que agora esperam terá o nome dessa sua primeira mulher, por opção da actual;
são coisas da vida...
dúvidas
ficar como último post uma coisa que fala de pensos higiénicos não seria bonito, nem cordial para uma página que se pretende séria;
então vá de inventar qualquer coisa para que os pensos fiquem onde merecem...
então vá de inventar qualquer coisa para que os pensos fiquem onde merecem...
domingo, 6 de junho de 2010
descartável
uma das coisas piores que nos pode acontecer é sermos descartáveis, usar e deitar fora;
se assim for, não temos ponta por onde nos pegar, somos prescindíveis e apenas utilizados quando necessário (desculpem lá qualquer coisinha, mas tipo penso higiénico, importante naqueles dias do mês, perfeitamente dispensável nos restantes);
e, por muito caricato que possa parecer, sempre fui assim, tipo descartável; usado quando interessa, aqui e ali, por este ou aquele, nesta ou naquela situação, depois deitado fora quando não interessa ou simplesmente já está a mais ou a incomodar;
é uma sensação que nem de absorção se trata mas, ao fim de todos estes anos, sei onde me posiciono e qual a importância desta coisa;
evitar esta coisa? nem por isso, afinal aqueles dias do mês também são importantes...
se assim for, não temos ponta por onde nos pegar, somos prescindíveis e apenas utilizados quando necessário (desculpem lá qualquer coisinha, mas tipo penso higiénico, importante naqueles dias do mês, perfeitamente dispensável nos restantes);
e, por muito caricato que possa parecer, sempre fui assim, tipo descartável; usado quando interessa, aqui e ali, por este ou aquele, nesta ou naquela situação, depois deitado fora quando não interessa ou simplesmente já está a mais ou a incomodar;
é uma sensação que nem de absorção se trata mas, ao fim de todos estes anos, sei onde me posiciono e qual a importância desta coisa;
evitar esta coisa? nem por isso, afinal aqueles dias do mês também são importantes...
dúvidas
ultrapassadas as dúvidas e angústias do fim-de-semana, a opção recaiu em sábado optar pelas ervas e pela courela e hoje pela escrita;
o texto para os jovens investigadores de aveiro está pronto, apenas a marinar para ver o que dele pode sobressair, as ervas hoje podem crescer à vontade...
o texto para os jovens investigadores de aveiro está pronto, apenas a marinar para ver o que dele pode sobressair, as ervas hoje podem crescer à vontade...
desafios
não é só por cá que a escola e a educação é um desafio;
por outras paragens, por outros continentes a educação é também um desafio;
de pensarmos como será, quais os novos objectivos, quais as novas formas de trabalhar os conhecimentos e as disciplinas, as relações em sala de aula mas que vão para além desse espaço restrito;
interessante o ponto de vista, tanto quanto pertinente...
por outras paragens, por outros continentes a educação é também um desafio;
de pensarmos como será, quais os novos objectivos, quais as novas formas de trabalhar os conhecimentos e as disciplinas, as relações em sala de aula mas que vão para além desse espaço restrito;
interessante o ponto de vista, tanto quanto pertinente...
sábado, 5 de junho de 2010
angústias
as angústias de fim-de-semana;
para estar aqui, de volta de textos e escritas, ideias e argumentos, as ervas crescem livremente;
para andar de volta das ervas, são as ideias que estagnam;
são angústias...
para estar aqui, de volta de textos e escritas, ideias e argumentos, as ervas crescem livremente;
para andar de volta das ervas, são as ideias que estagnam;
são angústias...
sexta-feira, 4 de junho de 2010
líquidos
excelente texto sobre uma realidade que se confunde com o virtual - ou será o contrário;
um ensaio que mostra o quanto se pode ainda caminhar pela consideração de qual o papel da net na nossa contemporaneidade, no equacionar do nosso real, do eu e do nós, das formas de organizar as relações entre um e outro...
um ensaio que mostra o quanto se pode ainda caminhar pela consideração de qual o papel da net na nossa contemporaneidade, no equacionar do nosso real, do eu e do nós, das formas de organizar as relações entre um e outro...
culto
isto sim, é de culto que se trata;
culto pagão e depois, ninguém leva a mal e apesar do atentado ao colesterol perdoa-se o mal que faz pelo bem que sabe;
tem sido um culto em claro declínio, lembro-me das inúmeras tabernas que proliferavam por esta minha cidade; hoje restam poucas, adaptadas e reconfiguradas que foram aos inox, à máquina do café, ao come em pé; mas ianda as há e são bem boas, para além dos petiscos as conversas, os adizeres e os afazeres...
culto pagão e depois, ninguém leva a mal e apesar do atentado ao colesterol perdoa-se o mal que faz pelo bem que sabe;
tem sido um culto em claro declínio, lembro-me das inúmeras tabernas que proliferavam por esta minha cidade; hoje restam poucas, adaptadas e reconfiguradas que foram aos inox, à máquina do café, ao come em pé; mas ianda as há e são bem boas, para além dos petiscos as conversas, os adizeres e os afazeres...
coisas
ele há coisas em que é difícil de explicar e mais difícil ainda de compreender;
o encerramento de escolas com menos de 20 alunos é um mal necessário?
os vizinhos aqui ao lado, em espanha, no final dos anos 80 criaram os centros escolares, concentraram milhares de alunos em espaços adequados e compatíveis com os objectivos de um ensino básico; mas o custo foi a criação de centros populacionais de elevada densidade, assentuando a desertificação dos pueblos;
se, nuns caso, é perfeitamente aceitável e viável o encerramento de uma escola, noutros é preferível equacionar o deve e o haver, tanto escolar como pedagógico, tanto político como social;
o encerramento de escolas com menos de 20 alunos é um mal necessário?
os vizinhos aqui ao lado, em espanha, no final dos anos 80 criaram os centros escolares, concentraram milhares de alunos em espaços adequados e compatíveis com os objectivos de um ensino básico; mas o custo foi a criação de centros populacionais de elevada densidade, assentuando a desertificação dos pueblos;
se, nuns caso, é perfeitamente aceitável e viável o encerramento de uma escola, noutros é preferível equacionar o deve e o haver, tanto escolar como pedagógico, tanto político como social;
jovens
parece que este ano a moda dos jovens investigadores pegou;
será um seminário já no final deste mês no instituto de educação, em lisboa, como será um outro em outubro, em aveiro;
a este último irei submeter resumo a ver o que dá; as temáticas vão directamente ao encontro daquilo que tenho andado a fazer;
já redigi um texto, está agora a marinar para perceber do que pode valer...
será um seminário já no final deste mês no instituto de educação, em lisboa, como será um outro em outubro, em aveiro;
a este último irei submeter resumo a ver o que dá; as temáticas vão directamente ao encontro daquilo que tenho andado a fazer;
já redigi um texto, está agora a marinar para perceber do que pode valer...
contemporaneus
conheci-os estava eu no ipj, fiquem atentos, são melhores que mel e estou convencido que a planície será curta para a sua afirmação;
vontade
tenho de reconhecer que não ando com vontade de escrever por estas bandas;
considero que este espaço já cumpriu os seus objectivos e o seu próprio prazo de validade;
mas cá regresso, sempre com o pretexto de banalidades e vulgaridades, do deixa andar que por aqui as correntes são fracas;
agora, a moda, assenta praça no facebok onde a proximidade é maior quanto a virtualidade das amizades;
considero que este espaço já cumpriu os seus objectivos e o seu próprio prazo de validade;
mas cá regresso, sempre com o pretexto de banalidades e vulgaridades, do deixa andar que por aqui as correntes são fracas;
agora, a moda, assenta praça no facebok onde a proximidade é maior quanto a virtualidade das amizades;
sexta-feira, 28 de maio de 2010
encerramento
as notícias dão conta do encerramento de escolas com menos de 20 alunos;
tenho dúvidas que, para além de quem assine o despacho, concorde com tal medida;
não há argumentos que, fora do contexto económico, consigam justificar a coisa, nem de sucesso nem de insucesso, nem de organização, nem pedagógico, menos ainda social ou de socialização;
...
tenho dúvidas que, para além de quem assine o despacho, concorde com tal medida;
não há argumentos que, fora do contexto económico, consigam justificar a coisa, nem de sucesso nem de insucesso, nem de organização, nem pedagógico, menos ainda social ou de socialização;
...
pantano
que diria hoje a. guterres se regressasse a esta terra à beira mar "encrustada";
hoje, em que as dúvidas e incertezas são mais que muitas, em que não se vislumbra um pingo de tino (a não o ser o de rãs), em que à esquerda e à direita apenas se olha o décifit e o umbigo;
há, certamente, quem regozije com a coisa, como há aqueles que apenas se limitam a sobreviver;
e cada dia que passa é de sobrevivência que se trata...
hoje, em que as dúvidas e incertezas são mais que muitas, em que não se vislumbra um pingo de tino (a não o ser o de rãs), em que à esquerda e à direita apenas se olha o décifit e o umbigo;
há, certamente, quem regozije com a coisa, como há aqueles que apenas se limitam a sobreviver;
e cada dia que passa é de sobrevivência que se trata...
segunda-feira, 24 de maio de 2010
males
eu sei que com o mal dos outros podemos nós muito bem, muito obrigado;
mas agora é a vez da Grã-Bretanha assumir os cortes;
estou curioso como se conseguirão equilibrar o gato e o rato daquele governo, mas, para começo, aí está a educação como alvo dos cortes;
será um regresso ao techtarismo...
mas agora é a vez da Grã-Bretanha assumir os cortes;
estou curioso como se conseguirão equilibrar o gato e o rato daquele governo, mas, para começo, aí está a educação como alvo dos cortes;
será um regresso ao techtarismo...
pachorra
tenho de reconhecer e assumir que a idade me tem tirado alguma da pachorra que me caracterizou enquanto mais novo;
já tive pachorra - leia-se paciência - para discutir isto e aquilo, com este e aquele, sobre tudo e, acima de tudo, para nada;
hoje não, não tenho pachorra para discutir o sexo dos anjos, não tenho pachorra para trocar ideias e menos argumentos com pessoas que têm a cabeça pré-formatada, cheias de banalidades, lugares comuns, vulgaridades daquelas que encheriam uma qualquer primeira página de um qualquer tablóide;
o defeito é meu e decorre da idade, mas não há pachorra...
já tive pachorra - leia-se paciência - para discutir isto e aquilo, com este e aquele, sobre tudo e, acima de tudo, para nada;
hoje não, não tenho pachorra para discutir o sexo dos anjos, não tenho pachorra para trocar ideias e menos argumentos com pessoas que têm a cabeça pré-formatada, cheias de banalidades, lugares comuns, vulgaridades daquelas que encheriam uma qualquer primeira página de um qualquer tablóide;
o defeito é meu e decorre da idade, mas não há pachorra...
do trabalho
foi fim-de-semana passado de volta da minha tese;
entre organização de dados e escrita foi um processo de análise interessante;
de volta daquilo que designo como cartografia da alteração dos comportamentos é interessante, mediante a organização dos dados recolhidos (perto de 200 referências bibliográficas), perceber como as situações de indisciplina lenta e paulatinamente saem porta fora da sala de aula, atravessa páteos e corredores da escola, se imiscui na sociedade e se transforma em texto político...
entre organização de dados e escrita foi um processo de análise interessante;
de volta daquilo que designo como cartografia da alteração dos comportamentos é interessante, mediante a organização dos dados recolhidos (perto de 200 referências bibliográficas), perceber como as situações de indisciplina lenta e paulatinamente saem porta fora da sala de aula, atravessa páteos e corredores da escola, se imiscui na sociedade e se transforma em texto político...
sexta-feira, 21 de maio de 2010
dinâmicas
já aqui escrevi sobre a dinâmica da universidade do minho, na organização de aulas abertas, formação informal, conversas sobre isto e sobre aquilo;
é uma manifesta diferença com a universidade da minha santa terrinha, a de évora, da qual e não digo que não existam dinâmicas, acções, acontecimentos, não oiço falar, não conheço, não perspectivo nada de nada;
e assim se constituem as diferenças...
é uma manifesta diferença com a universidade da minha santa terrinha, a de évora, da qual e não digo que não existam dinâmicas, acções, acontecimentos, não oiço falar, não conheço, não perspectivo nada de nada;
e assim se constituem as diferenças...
aposta
em face dos resultados que um projecto procura alcançar no contexto de diferentes escolas e considerando a diferença de valores entre o final do 2º período e o que se perspectiva para o final do ano, apostei com o meu chefe que a maioria das escolas cumprirá os objectivos, apesar dos receios dos resultados;
é uma clara diferença de perspectivas, uma mais académica, que procura analisar os números, isolar variáveis e analisar procedimentos, e uma perspectiva mais intuitiva, decorrente de conhecimento dado pelos contextos, pelas vivências escolares, pelo assumido carácter aleatório, mas perspectivável, do trabalho docente;
vamos ver quem ganha...
é uma clara diferença de perspectivas, uma mais académica, que procura analisar os números, isolar variáveis e analisar procedimentos, e uma perspectiva mais intuitiva, decorrente de conhecimento dado pelos contextos, pelas vivências escolares, pelo assumido carácter aleatório, mas perspectivável, do trabalho docente;
vamos ver quem ganha...
quarta-feira, 19 de maio de 2010
elogio
é tão difícil fazer um elogio que raramente o fazemos, pelo menos cara-a-cara;
deixamos essa coisa para os comentários apreciativos perante terceiros;
no frente-a-frente, gostamos de ser hipócritas ou, quanto muito, silenciosos;
se elogiamos quem está acima de nós, damos graxa;
se elogiamos quem está a baixo de nós, somos cínicos ou hipócritas;
se elogiamos os nossos pares, alguém estará certo do interesse ou dos objectivos mais recônditos que move tal elogio - senão mesmo do assédio;
país este que não tem humildade para elogiar os pequenos, nem soberba suficiente para os grandes...
deixamos essa coisa para os comentários apreciativos perante terceiros;
no frente-a-frente, gostamos de ser hipócritas ou, quanto muito, silenciosos;
se elogiamos quem está acima de nós, damos graxa;
se elogiamos quem está a baixo de nós, somos cínicos ou hipócritas;
se elogiamos os nossos pares, alguém estará certo do interesse ou dos objectivos mais recônditos que move tal elogio - senão mesmo do assédio;
país este que não tem humildade para elogiar os pequenos, nem soberba suficiente para os grandes...
moral
como este país é ainda constituído pela moral e bons costumes, aquela mesma coisa pela qual o ministério da educação andou a pugnar durante todo o Estado Novo;
evidente nas notícias da docente que se apresenta na playboy, na discussão, dos prós e contras, que provoca na net, das atitudes, comentários e cartoons que se conseguem por aí vislumbrar;
as teias que a educação tece...
evidente nas notícias da docente que se apresenta na playboy, na discussão, dos prós e contras, que provoca na net, das atitudes, comentários e cartoons que se conseguem por aí vislumbrar;
as teias que a educação tece...
discursos
ando numa fase de procurar relacionar discursos e ideologias (e não me preocupo aqui por descrever um ou outro), pensamento e acção, lógicas de organização e modelos de relacionamento;
encontro coisas deveras interessantes, daquelas que me dizem que qualquer discurso traz consigo uma ideia do objecto que se discute ou do assunto que se trata, um conjunto de valores que unem o nosso pensamento e o fazem mais ou menos coerente;
estas coisas dizem-me que não há discursos inocentes, nem opiniões impertinentes, apenas pontos de vista que coincidem com determinadas ideias e ideologias sobre a coisa de que se fala;
assim sendo, que lógicas, modelos e ideologias dos discursos sobre a escola dizem-nos o quê, mostram-nos que ideias, revelam que ideologias;
e, dentro destas ideias, atenção às contradições daqueles que defendem uma escola pública com lógicas licealistas, a integração e inclusão com elementos meritocráticos, entre outros...
encontro coisas deveras interessantes, daquelas que me dizem que qualquer discurso traz consigo uma ideia do objecto que se discute ou do assunto que se trata, um conjunto de valores que unem o nosso pensamento e o fazem mais ou menos coerente;
estas coisas dizem-me que não há discursos inocentes, nem opiniões impertinentes, apenas pontos de vista que coincidem com determinadas ideias e ideologias sobre a coisa de que se fala;
assim sendo, que lógicas, modelos e ideologias dos discursos sobre a escola dizem-nos o quê, mostram-nos que ideias, revelam que ideologias;
e, dentro destas ideias, atenção às contradições daqueles que defendem uma escola pública com lógicas licealistas, a integração e inclusão com elementos meritocráticos, entre outros...
esperteza
quem ganha na administração pública, considerando também a escola como um dos elementos desta coisa, os espertos ou os inteligentes?
quem tem mais futuro, os que fazem sempre o mesmo ou os que inovam?
quem tem mais perspectivas de sucesso, seja ele qual for, os que rompem com a tradição ou os que asseguram a tradição?
quem tem mais possibilidades de uma boa avaliação, os que opinam e reflectem ou os calados e mudos?
este conjunto de questões daria uma boa oportunidade para um questionário de votação, contudo, como as passagens por este lado são curtas, deixo à consideração dos passantes, não sendo necessária resposta, apenas que pensem, para si, as respostas...
quem tem mais futuro, os que fazem sempre o mesmo ou os que inovam?
quem tem mais perspectivas de sucesso, seja ele qual for, os que rompem com a tradição ou os que asseguram a tradição?
quem tem mais possibilidades de uma boa avaliação, os que opinam e reflectem ou os calados e mudos?
este conjunto de questões daria uma boa oportunidade para um questionário de votação, contudo, como as passagens por este lado são curtas, deixo à consideração dos passantes, não sendo necessária resposta, apenas que pensem, para si, as respostas...
terça-feira, 18 de maio de 2010
perguntas
ao fim de quase um ano de andar pelos corredores de um dos braços do polvo tentacular que é o ministério da educação, de cruzar conhecimentos e conversas com tanta gente e de alguns já reconhecerem em mim o gosto e o interesse pela escola e pela gestão, houve quem se tirasse de poeiras e me questionasse directamente sobre o facto de não ter concorrido a uma direcção de escola;
uma boa questão, foi opção pessoal e voluntária por mim assumida na altura; não concorri nem à minha escola - apesar de tudo apoiei quem lá está, por muito que muitos me queiram bater por causa disso - nem a nenhuma outra;
porquê? pois, penso que pouco tenho a acrescentar à coisa e que é difícil juntar pessoas que partilhem a mesma ideia de escola que eu e vejam, na gestão, uma das formas de a implementar;
por isso fiquei parado e estou quieto...
uma boa questão, foi opção pessoal e voluntária por mim assumida na altura; não concorri nem à minha escola - apesar de tudo apoiei quem lá está, por muito que muitos me queiram bater por causa disso - nem a nenhuma outra;
porquê? pois, penso que pouco tenho a acrescentar à coisa e que é difícil juntar pessoas que partilhem a mesma ideia de escola que eu e vejam, na gestão, uma das formas de a implementar;
por isso fiquei parado e estou quieto...
encerramento
hoje andei a participar em conversas sobre o encerramento de escolas de 1º ciclo;
já foi pretexto que deu mais confusão e levantou mais pó do que aquele que hoje se pode pressupor;
há aqueles municípios que, quando confrontados com a situação de encerramento de escolas, afirmam o reconhecimento da sua inevitabilidade e porventura algumas das mais valias inerentes à concentração de alunos em espaços novos, com outros equipamentos e outras condições;
mas depois, no escurinho dos seus gabinetes, levantam todo o pó possível e imaginável, tecem cobras e lagartos e se esquecem das posições assumidas - é o confronto entre lógicas e pretextos, ideologias e interesses;
hoje as conversas foram pacíficas, houve o claro entendimento das razões e das vantagens, como se souberam contrapor às desvantagens iniciativas que apenas valorizam as freguesias;
vamos ver os próximos desenvolvimentos...
já foi pretexto que deu mais confusão e levantou mais pó do que aquele que hoje se pode pressupor;
há aqueles municípios que, quando confrontados com a situação de encerramento de escolas, afirmam o reconhecimento da sua inevitabilidade e porventura algumas das mais valias inerentes à concentração de alunos em espaços novos, com outros equipamentos e outras condições;
mas depois, no escurinho dos seus gabinetes, levantam todo o pó possível e imaginável, tecem cobras e lagartos e se esquecem das posições assumidas - é o confronto entre lógicas e pretextos, ideologias e interesses;
hoje as conversas foram pacíficas, houve o claro entendimento das razões e das vantagens, como se souberam contrapor às desvantagens iniciativas que apenas valorizam as freguesias;
vamos ver os próximos desenvolvimentos...
pirraça
no ano passado, inscrevi-me numa acção realizada na universidade do minho;
desde essa altura que os senhores mais não fazem que provocar pirraça na minha pessoa;
ele são aulas abertas, sessões sobre isto e sobre aquilo e, ainda por cima e para agravar o figurino, a maior parte delas com claro interesse meu;
é o caso destes círculos de saberes onde vão debater, nem mais nem menos que aquilo que mais me apaixona de momento, democracia, liberdade e disciplina na escola pública;
e eu cá tão em baixo, mas, só para chatear, o mais certo é inscrever-me...
desde essa altura que os senhores mais não fazem que provocar pirraça na minha pessoa;
ele são aulas abertas, sessões sobre isto e sobre aquilo e, ainda por cima e para agravar o figurino, a maior parte delas com claro interesse meu;
é o caso destes círculos de saberes onde vão debater, nem mais nem menos que aquilo que mais me apaixona de momento, democracia, liberdade e disciplina na escola pública;
e eu cá tão em baixo, mas, só para chatear, o mais certo é inscrever-me...
segunda-feira, 17 de maio de 2010
opinião
e não resisto em opinar sobre os constrangimentos, orçamentais e outros que tais, que nos são impostos, seja pelo plano inclinado das finanças públicas, seja por meras questões de protagonismos financeiro da união europeia;
não percebo porque é que este governo não aproveita esta desculpa em forma de crise e corta na despesa pública, mediante a fusão de serviços, a extinção de outros, o emagrecimento de sectores que, pelo menos aparentemente, mais não fazem que justificar a sua existência e pouco mais, por que é não se reorganizam serviços, de acordo com lógicas de rede e não apenas pelas quantidades;
o que é feito de um tal prace, um tal programa de reestruturação da administração central do estado; será que foi chão que deu uvas e tudo mudou para que tudo ficasse na mesma;
já estou como o tal grupo, se o dinheiro fala, então o meu diz sempre adeus...
não percebo porque é que este governo não aproveita esta desculpa em forma de crise e corta na despesa pública, mediante a fusão de serviços, a extinção de outros, o emagrecimento de sectores que, pelo menos aparentemente, mais não fazem que justificar a sua existência e pouco mais, por que é não se reorganizam serviços, de acordo com lógicas de rede e não apenas pelas quantidades;
o que é feito de um tal prace, um tal programa de reestruturação da administração central do estado; será que foi chão que deu uvas e tudo mudou para que tudo ficasse na mesma;
já estou como o tal grupo, se o dinheiro fala, então o meu diz sempre adeus...
níveis
em qualquer serviço da administração pública, como funcionalista que é, para não dizer militar, existem diferentes níveis de protagonismo; desde o general ao praça de castigo, é toda uma linha hierárquica por onde todos, ou quase todos, nos movimentamos;
há quem procure passar por entre as gretas da chuva, como há aqueles que enchem o papo e se mostrem pavões sem penas; como há os outros que, de fininho, fazem trabalho, mostram empenho e competência e isto sem depender de hierarquias ou níveis;
o problema surge quando os praças são mais competentes que muitos dos oficiais, aí é que é o diabo...
há quem procure passar por entre as gretas da chuva, como há aqueles que enchem o papo e se mostrem pavões sem penas; como há os outros que, de fininho, fazem trabalho, mostram empenho e competência e isto sem depender de hierarquias ou níveis;
o problema surge quando os praças são mais competentes que muitos dos oficiais, aí é que é o diabo...
autonomias
esta semana, mais que outras, discute-se a autonomia pelo meu estraminé;
entre conversas a pergunta que coloco é para que quer aquela escola e aquela direcção a autonomia;
até ao momento e ainda não consegui perceber as respostas, mas percebo as opiniões...
entre conversas a pergunta que coloco é para que quer aquela escola e aquela direcção a autonomia;
até ao momento e ainda não consegui perceber as respostas, mas percebo as opiniões...
depois
depois de uma pausa, que me apetecia prolongar, reconheço, regresso para mais algumas escritas, divagações e demais banalidades;
sinceramente ninguém terá sentido a ausência da minha pessoa, mas a curiosidade move muita gente e houve quem perguntasse por onde andava;
como disse o outro senhor, tenho andado por aí, sem vontade de escrever, é verdade...
sinceramente ninguém terá sentido a ausência da minha pessoa, mas a curiosidade move muita gente e houve quem perguntasse por onde andava;
como disse o outro senhor, tenho andado por aí, sem vontade de escrever, é verdade...
sábado, 1 de maio de 2010
susto
hoje apanhei um susto, pequenino, é certo, mas um susto;
tenho as minhas coisas importantes instaladas num qualquer servidor do planeta terra, pretensamente na terra do tio sam;
hoje, quando lhes acedi a máquina dizia-me que não encontrava nada, que a pasta estava vazia;
não imaginam o susto;
controlei a coisa pois imagino que o material não desapareceria assim às boas;
lá reorganizei a coisa e lá estava o material;
apenas um aviso para a necessidade de condições de segurança...
tenho as minhas coisas importantes instaladas num qualquer servidor do planeta terra, pretensamente na terra do tio sam;
hoje, quando lhes acedi a máquina dizia-me que não encontrava nada, que a pasta estava vazia;
não imaginam o susto;
controlei a coisa pois imagino que o material não desapareceria assim às boas;
lá reorganizei a coisa e lá estava o material;
apenas um aviso para a necessidade de condições de segurança...
vontade
ando sem vontade de escrever, pelo menos neste lado;
sinto que as minhas energias se canalizam para a escrita mais obrigatória e mais académica;
por aqui, a vontade de escrever sobre certas diatribes colide com o pretenso sossego que procuro e por vezes a vontade de escrever é sobre o tempo;
lá vou escrevendo, mais aos soluções, compassado com ausências;
e os silêncios valem tanto quanto alguma escrita...
sinto que as minhas energias se canalizam para a escrita mais obrigatória e mais académica;
por aqui, a vontade de escrever sobre certas diatribes colide com o pretenso sossego que procuro e por vezes a vontade de escrever é sobre o tempo;
lá vou escrevendo, mais aos soluções, compassado com ausências;
e os silêncios valem tanto quanto alguma escrita...
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