o congresso das ciências da educação deu para perceber um pouco sobre o estado da arte, ao nível das ciências da educação, sobre o que se investiga e o que se produz, as curiosidades académicas ou simplesmente as obrigações das academias;
juntar tudo e todos dá para perceber as diferenças entre academias, entre trabalhos e níveis de abordagem, aferir de um ponto de situação individual e colectivo;
permite, ao fim e ao cabo, saber onde se posicionam aqueles que trabalham esta área ou que simplesmente têm curiosidade sobre aquilo que muitos designam como ciências da educação...
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domingo, 3 de maio de 2009
congresso
depois de um fim-de-semana no nordeste de trás-os-montes, é o regresso à planura alentejana;
depois de ouvir falar em Ciências da Educação, é o regresso ao quotidiano escolar e educativo;
não foi uma organização exemplar, mas a gastronomia e a paisagem de trás-os-montes não se ficou pela desorganização e muito menos por mãos alheias;
valeu a pena...
depois de ouvir falar em Ciências da Educação, é o regresso ao quotidiano escolar e educativo;
não foi uma organização exemplar, mas a gastronomia e a paisagem de trás-os-montes não se ficou pela desorganização e muito menos por mãos alheias;
valeu a pena...
segunda-feira, 27 de abril de 2009
angustias
isto de se desenvolver um projecto de investigação fora da academia tem muito que se lhe diga;
mesmo na academia já não é um processo fácil, agora fora, quando se têm que gerir inúmeras solicitações, obrigações e afazeres então ganha uma dimensão muito próxima da angustia;
tenho um acervo significativo, que cresce quotidianamente, fruto de mais elementos que colho, as leituras pululam que nem cogumelos, as transcrições de entrevistas acumulam-se e sinto vontade de mandar tudo às urtigas e descansar, não fazer nada...
são momentos de ansiedade - e algum desespero - os que se atravessam...
mesmo na academia já não é um processo fácil, agora fora, quando se têm que gerir inúmeras solicitações, obrigações e afazeres então ganha uma dimensão muito próxima da angustia;
tenho um acervo significativo, que cresce quotidianamente, fruto de mais elementos que colho, as leituras pululam que nem cogumelos, as transcrições de entrevistas acumulam-se e sinto vontade de mandar tudo às urtigas e descansar, não fazer nada...
são momentos de ansiedade - e algum desespero - os que se atravessam...
sábado, 18 de abril de 2009
geração
em conversas mais ou menos orientadas sobre a história recente da escola portuguesa, há um dado que ressalta com alguma inquietação;
diz-me uma técnica de uma escola que chegam ali, cada vez mais, os filhos da geração de Abril; pergunto o que isso significa e que implicações tem;
várias e diversificadas; os filhos de Abril foram formados no princípio de serem os melhores amigos dos filhos, seus confidentes e apoiantes, não gostam de contrariar os filhos não fiquem eles com traumas ou se quebre a amizade, gostam de os manter ocupados de modo a que não se desviem para aquilo por onde os pais passaram (ou ficaram), são motoristas de táxi na recolha e distribuição dos filhos, próprios e alheios, valorizam uma aparência de cultura em detrimento de um debate de ideias diferentes e diferenciadoras, facilitam sem razão e contrariam sem explicação;
a consequência na escola diz respeito ao facto de serem mais reivindicativos, exigirem apenas, esquecendo o dever, confiam em excesso na escola, não a complementando nem ajudando, distanciam-se dos filhos, por receio, não questionam o quotidiano, mas exigem atenção...
em palavras próprias é uma forma que transborda e deforma e não sabemos qual a alternativa...
diz-me uma técnica de uma escola que chegam ali, cada vez mais, os filhos da geração de Abril; pergunto o que isso significa e que implicações tem;
várias e diversificadas; os filhos de Abril foram formados no princípio de serem os melhores amigos dos filhos, seus confidentes e apoiantes, não gostam de contrariar os filhos não fiquem eles com traumas ou se quebre a amizade, gostam de os manter ocupados de modo a que não se desviem para aquilo por onde os pais passaram (ou ficaram), são motoristas de táxi na recolha e distribuição dos filhos, próprios e alheios, valorizam uma aparência de cultura em detrimento de um debate de ideias diferentes e diferenciadoras, facilitam sem razão e contrariam sem explicação;
a consequência na escola diz respeito ao facto de serem mais reivindicativos, exigirem apenas, esquecendo o dever, confiam em excesso na escola, não a complementando nem ajudando, distanciam-se dos filhos, por receio, não questionam o quotidiano, mas exigem atenção...
em palavras próprias é uma forma que transborda e deforma e não sabemos qual a alternativa...
sexta-feira, 17 de abril de 2009
conversa
finalmente iniciei as entrevistas inerentes ao meu projecto de investigação;
ontem uma, hoje outra e só não são mais porque esta última me atrasou para outra conversa;
ricas pela diversidade de perspectivas sobre o mesmo assunto, sobre o mesmo tema - os instrumentos de regulação dos comportamentos dos alunos;
em ambas as entrevistas e sem carácter consolidado ainda, há um evidente traço comum entre elas e o meu objecto de trabalho, refiro-me ao clima e cultura de escola;
não é novidade para ninguém, mas, a manter-se, certamente aumentará o espaço de destaque na economia da tese;
ontem uma, hoje outra e só não são mais porque esta última me atrasou para outra conversa;
ricas pela diversidade de perspectivas sobre o mesmo assunto, sobre o mesmo tema - os instrumentos de regulação dos comportamentos dos alunos;
em ambas as entrevistas e sem carácter consolidado ainda, há um evidente traço comum entre elas e o meu objecto de trabalho, refiro-me ao clima e cultura de escola;
não é novidade para ninguém, mas, a manter-se, certamente aumentará o espaço de destaque na economia da tese;
quinta-feira, 9 de abril de 2009
regresso
procuro, paulatinamente, regressar ao meu trabalho de investigação, parado que tem estado, fruto de cansaços vários, da fartura e enjoo que já sinto, do peso da obrigação;
em pausa pedagógica, procuro recuperar forças e ânimo e em vésperas de animação familiar cá por casa, pode não ser o melhor timming para regressar a este trabalho que requer atenção, concentração e muita persistência;
mas preciso de o retomar; a pausa tem sido excessivamente longa e começo a sentir os prazos comprometidos;
em pausa pedagógica, procuro recuperar forças e ânimo e em vésperas de animação familiar cá por casa, pode não ser o melhor timming para regressar a este trabalho que requer atenção, concentração e muita persistência;
mas preciso de o retomar; a pausa tem sido excessivamente longa e começo a sentir os prazos comprometidos;
terça-feira, 10 de março de 2009
prazer
arrasto-me pelo meu projecto de investigação;
já enviei o texto para o congresso, mas sinto manifestas dificuldades em avançar com o trabalho de campo, análise de actas, muitas actas;
cada vez percebo mais e melhor a afirmação que esta coisa de produção de algum pretenso conhecimento é 90% suor e angustia e 10% de prazer;
neste momento, no momento que atravesso destaque para o suor
já enviei o texto para o congresso, mas sinto manifestas dificuldades em avançar com o trabalho de campo, análise de actas, muitas actas;
cada vez percebo mais e melhor a afirmação que esta coisa de produção de algum pretenso conhecimento é 90% suor e angustia e 10% de prazer;
neste momento, no momento que atravesso destaque para o suor
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
conversas
pediu-me uma colega da escola vizinha para falar sobre indisciplina;
apresenta-me os problemas e as situações que, nos últimos tempos, têm caracterizado aquele quotidiano educativo, como muitos outros, acrescento eu;
na minha escolinha os processos disciplinares sucedem-se a ritmo claramente "anormal";
sou suspeito para falar sobre indisciplina, por não conseguir ir atrás de ideias feitas ou meros juízos de valor onde o pretendido é a regularidade e a estabilidade de comportamentos em prol do trabalho do professor;
pensei para os meus botões que a indisciplina é um processo necessário e incontornável no crescimento de cada um;
apresenta-me os problemas e as situações que, nos últimos tempos, têm caracterizado aquele quotidiano educativo, como muitos outros, acrescento eu;
na minha escolinha os processos disciplinares sucedem-se a ritmo claramente "anormal";
sou suspeito para falar sobre indisciplina, por não conseguir ir atrás de ideias feitas ou meros juízos de valor onde o pretendido é a regularidade e a estabilidade de comportamentos em prol do trabalho do professor;
pensei para os meus botões que a indisciplina é um processo necessário e incontornável no crescimento de cada um;
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
congresso
e pronto, os primeiros dias de Maio serão passados em terras de bouro, mais concretamente em Bragança;
o resumo enviado foi aceite, resta-me agora inscrever e fazer-me à estrada
o resumo dá conta do seguinte:
Pretende-se dar conta de um projecto de investigação, que decorre sob a alçada da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Lisboa, que conta com o apoio da Fundação Eugénio d’ Almeida, Évora, em que, tomando-se como ponto de partida a alteração dos comportamentos na escola, expressos nas situações de indisciplina, se pretende problematizar as formas como, em tempos marcados pela diversificação e heterogeneidade de públicos, interesses e objectivos (individuais e colectivos) e perante as “esperanças e receios” que essas situações colocam não apenas à escola como à sociedade, se destaca uma gestão política assente nos instrumentos de acção pública que procuraram regular comportamentos e condutas sociais e assim assegurar o governo de nós mesmos para além da sala de aula ou da escola, num assumido reforço ou complementaridade do “governo de si” e das “tecnologias de subjectivação”.O período de tempo considerado neste estudo vai da publicação do Decreto-Lei 769-A/77 à alteração do Estatuto do aluno do Ensino Não Superior, definido pela Lei nº. 3/2008.O quadro de análise que se propõe assenta nas políticas públicas, onde se destaca o conceito de referencial, levando em consideração uma estreita relação entre uma dimensão cognitiva, decorrente do conhecimento produzido e dominante num dado contexto (de espaço e tempo), e uma dimensão social, em face da gestão de interesses e objectivos dos actores de uma escola em concreto.A articulação entre o arco temporal definido e o quadro de análise pelo qual se opta, permite cruzar escalas de micro análise, porque se parte de situações vividas em sala de aula, com uma dimensão de meso análise, porque assenta numa escola em concreto, com níveis de macro análise onde se destaca uma correspondência entre saber e poder estruturador das relações sociais que permitam o governo de sistemas cada vez mais complexos.
Palavras-chave: indisciplina, políticas públicas, governação, regulação, instrumento
o resumo enviado foi aceite, resta-me agora inscrever e fazer-me à estrada
o resumo dá conta do seguinte:
Pretende-se dar conta de um projecto de investigação, que decorre sob a alçada da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Lisboa, que conta com o apoio da Fundação Eugénio d’ Almeida, Évora, em que, tomando-se como ponto de partida a alteração dos comportamentos na escola, expressos nas situações de indisciplina, se pretende problematizar as formas como, em tempos marcados pela diversificação e heterogeneidade de públicos, interesses e objectivos (individuais e colectivos) e perante as “esperanças e receios” que essas situações colocam não apenas à escola como à sociedade, se destaca uma gestão política assente nos instrumentos de acção pública que procuraram regular comportamentos e condutas sociais e assim assegurar o governo de nós mesmos para além da sala de aula ou da escola, num assumido reforço ou complementaridade do “governo de si” e das “tecnologias de subjectivação”.O período de tempo considerado neste estudo vai da publicação do Decreto-Lei 769-A/77 à alteração do Estatuto do aluno do Ensino Não Superior, definido pela Lei nº. 3/2008.O quadro de análise que se propõe assenta nas políticas públicas, onde se destaca o conceito de referencial, levando em consideração uma estreita relação entre uma dimensão cognitiva, decorrente do conhecimento produzido e dominante num dado contexto (de espaço e tempo), e uma dimensão social, em face da gestão de interesses e objectivos dos actores de uma escola em concreto.A articulação entre o arco temporal definido e o quadro de análise pelo qual se opta, permite cruzar escalas de micro análise, porque se parte de situações vividas em sala de aula, com uma dimensão de meso análise, porque assenta numa escola em concreto, com níveis de macro análise onde se destaca uma correspondência entre saber e poder estruturador das relações sociais que permitam o governo de sistemas cada vez mais complexos.
Palavras-chave: indisciplina, políticas públicas, governação, regulação, instrumento
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
síntese
preparo, ou procuro preparar, um texto que me permita o seu envio a dar conta do que ando a fazer, no âmbito da minha tese, para o próximo congresso da sociedade portuguesa de ciências da educação, a realizar em Bragança;
olho e não gosto, distancio-me e parece frouxo, aproximo-me e considero-o curto, escasso;
o orientador diz-me que tem um registo demasiadamente escrito, contraposto a uma exposição oral em que será pretensamente realizado, mas adequado aos objectivos;
tenho até ao final da semana para o despachar, até lá poderei dormir sobre ele e ver o que surge ou pode sair;
olho e não gosto, distancio-me e parece frouxo, aproximo-me e considero-o curto, escasso;
o orientador diz-me que tem um registo demasiadamente escrito, contraposto a uma exposição oral em que será pretensamente realizado, mas adequado aos objectivos;
tenho até ao final da semana para o despachar, até lá poderei dormir sobre ele e ver o que surge ou pode sair;
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
conversa
ontem ainda que rapidamente, foi dia de conversa com o orientador;
é um prazer, dos poucos que neste momento sinto com este trabalho, trocar ideias e opiniões em redor de argumentos e quadros de análise;
foi um pulo significativo, um progresso claro no que se refere ao trabalho e ao padrão de registo;
o trabalho de campo, a recolha de elementos empíricos, permite-me afinar processos e clarificar opções;
cansado, mas muito satisfeito, valha-me isso
é um prazer, dos poucos que neste momento sinto com este trabalho, trocar ideias e opiniões em redor de argumentos e quadros de análise;
foi um pulo significativo, um progresso claro no que se refere ao trabalho e ao padrão de registo;
o trabalho de campo, a recolha de elementos empíricos, permite-me afinar processos e clarificar opções;
cansado, mas muito satisfeito, valha-me isso
domingo, 8 de fevereiro de 2009
neura
desenvolver um projecto de investigação há já 4 anos é motivo forte para, de quando em vez, sentir uma neura do tamanho das casas;
reconheço que o projecto tem tido desenvolvimentos consentâneos com os objectivos que tenho definido e desenhado; contudo, não invalida que fruto do meu bio-ritmo e sentindo-me cansado, não sinta uma clara fartura deste trabalho, um apetite inexorável em não ter nada para fazer, preocupações que me apoquentem;
neste momento, atravesso uma fase em que não sinto prazer nem na investigação nem na escrita, apenas uma dor de fartura e manifesto cansaço;
reconheço que o projecto tem tido desenvolvimentos consentâneos com os objectivos que tenho definido e desenhado; contudo, não invalida que fruto do meu bio-ritmo e sentindo-me cansado, não sinta uma clara fartura deste trabalho, um apetite inexorável em não ter nada para fazer, preocupações que me apoquentem;
neste momento, atravesso uma fase em que não sinto prazer nem na investigação nem na escrita, apenas uma dor de fartura e manifesto cansaço;
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
nome
quando escrevo preciso de o fazer em face de um nome, um título;
o nome ou a designação serve-me como elemento de orientação, uma referência de trabalho de acordo com uma linha argumentativa;
neste início de ano considero que a minha escrita finalmente desemperrou;
tinha uma designação - a regulação dos quotidianos educativos, instrumentos das políticas disciplinares na escola pública;
agora reconfigurei essa designação e é tão só: A escola e o governo de nós mesmos;
para já poderá ser o título da minha tese; a ver vamos...
o nome ou a designação serve-me como elemento de orientação, uma referência de trabalho de acordo com uma linha argumentativa;
neste início de ano considero que a minha escrita finalmente desemperrou;
tinha uma designação - a regulação dos quotidianos educativos, instrumentos das políticas disciplinares na escola pública;
agora reconfigurei essa designação e é tão só: A escola e o governo de nós mesmos;
para já poderá ser o título da minha tese; a ver vamos...
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
trabalho
há medida que avanço no trabalho da tese, tenho vontade de reconfigurar alguns procedimentos e algumas técnicas de recolha de dados;
tenho consciência do trabalho, da carga de trabalhos, que isso me acarretará;
não será para já mas tenho consciência que irei alterar o suporte que criei para os dados que tenho recolhidos, e são já muitos, muitas páginas, centenas...
tenho consciência do trabalho, da carga de trabalhos, que isso me acarretará;
não será para já mas tenho consciência que irei alterar o suporte que criei para os dados que tenho recolhidos, e são já muitos, muitas páginas, centenas...
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
livros
há livros e livros;
aqueles que nos ajudam a compreender as coisas, o mundo, os sentimentos e os afectos;
há outros que apenas nos ajudam a pensar, sobre tudo e sobre nós;
há outros que apenas nos colocam interrogações, nos questionam, inquirem sobre o que somos e o que fazemos;
tive oportunidade, ao fim de algum tempo e com o beneplácito do meu orientador, de ter acesso a um livro que é tudo isso e muito mais;
um autêntico desafio sob todos os aspectos; um livro que, em tempos mais à frente, poderá ser um marco sobre o que é a escola e o que tem sido a educação;
maravilhoso...
aqueles que nos ajudam a compreender as coisas, o mundo, os sentimentos e os afectos;
há outros que apenas nos ajudam a pensar, sobre tudo e sobre nós;
há outros que apenas nos colocam interrogações, nos questionam, inquirem sobre o que somos e o que fazemos;
tive oportunidade, ao fim de algum tempo e com o beneplácito do meu orientador, de ter acesso a um livro que é tudo isso e muito mais;
um autêntico desafio sob todos os aspectos; um livro que, em tempos mais à frente, poderá ser um marco sobre o que é a escola e o que tem sido a educação;
maravilhoso...
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
absorvido
sinto-me neste início de ano, como me devia ter sentido há um ano atrás, face ao trabalho de investigação;
claramente orientado, objectivamente argumentado e com um sustentação de trabalho que me absorve o quotidiano e as demais preocupações;
sinto, ao fim de quase três anos de trabalho de investigação - leituras, análises, quadros de análise e perspectivas metodológicas, alguma escrita e muitapreocupação - que começam a surgir os frutos de um empenho e de muita, mas mesmo muita teimosia;
já fiz muito, muito me falta ainda fazer e o ano é bem curto face aos objectivos;
claramente orientado, objectivamente argumentado e com um sustentação de trabalho que me absorve o quotidiano e as demais preocupações;
sinto, ao fim de quase três anos de trabalho de investigação - leituras, análises, quadros de análise e perspectivas metodológicas, alguma escrita e muitapreocupação - que começam a surgir os frutos de um empenho e de muita, mas mesmo muita teimosia;
já fiz muito, muito me falta ainda fazer e o ano é bem curto face aos objectivos;
retóricas
ontem, em amena cavaqueira virtual com um amigo, acabei por escrever que os discursos
ou um conjunto de retóricas acabaram por estruturar as práticas profissionais e as lógicas pedagógicas; é engraçado quando ouvimos os professores a dizerem que são práticos e pragmáticos, afinal não foram as práticas a definir a profissionalidade, mas os discursos que delimitaram as lógicas de acção
os discursos, as retóricas de racionalização da acção, acabaram por configurar e moldar os conceitos, conferindo às práticas profissionais um dado sentido e conferir-lhe uma força prática que marca indelevelmente a profissão docente e a prática pedagógica;
isto com base na análise de actas suporte ao meu projecto de tese;
ou um conjunto de retóricas acabaram por estruturar as práticas profissionais e as lógicas pedagógicas; é engraçado quando ouvimos os professores a dizerem que são práticos e pragmáticos, afinal não foram as práticas a definir a profissionalidade, mas os discursos que delimitaram as lógicas de acção
os discursos, as retóricas de racionalização da acção, acabaram por configurar e moldar os conceitos, conferindo às práticas profissionais um dado sentido e conferir-lhe uma força prática que marca indelevelmente a profissão docente e a prática pedagógica;
isto com base na análise de actas suporte ao meu projecto de tese;
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