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quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

presidenciais

na recta final da campanha presidencial o assumir de uma posição que defendo há muito;
voto manuel alegre;
não por seguidismo político, nem por oposição - ou contraposição - ao que ou quem quer que seja;
cavaco representa para mim tudo aquilo que o antigo regime nos legou, hipócritas na abordagem política, comezinhos na pobreza, conservadores arreigados de tradições decrépitas, homens másculos na afirmação das suas fraquezas;
os demais pouco mais muito obrigado;
a democracia não estará em risco, mas assentuar-se-á, isso garantidamente, a vontade das instabilidade políticas, o acesso ao confronto mais óbvio e menos simpático do poder;
vamos ver o que dá e se será suficiente para a segunda volta - o que tenho dúvodas, mas pronto, somos o que somos...

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

feira

a feira está montada; conhecem-se os protagonistas, as profesias e os desejos, as promessas e as ofertas;
a conjugação da campanha eleitoral presidencial, a juntar à conversa do lider do psd deixa claro duas situações: por um lado, se o fmi entrar teremos eleições garantidas; por outro, que os próximos tempos as relações entre presidente e governo irão ser de cortar à faca à espera do mínimo deslize;
a feira, de vaidades e promessas, está montada, aguardam-se desenvolvimentos;

domingo, 31 de outubro de 2010

comissão

na próxima terça-feira há a primeira reunião da comissão política, oriunda do último congresso distrital do partido socialista;
dos primeiros suplentes passo a membro efectivo, fruto da deslocação das inerências;
tenho pensado o que dizer e como dizer;
como é meu hábito não pactuo, nos tempos que correm, com carneirismo e seguidismo que, por muita legitimidade que possam ter, não fazem sentido e o meu objectivo e preocupação é igual aos demais, garantir a preponderância do ps;
mas esta preponderância terá que ser garantida e assegurada por intermédio de novas e diferentes estratégias, nomeadamente aquelas que permitam a partilha de responsabilidades, a desconcentração da acção, o respeito pelas individualizações (regionais e sectoriais);
caso contrário corre-se o risco do deserto... e seria extremamente negativo face ao que se perspectiva como alternativa...

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

futuro

sempre me pautei pelo livre pensamento, pela crítica pontual, por vezes impertinente, reconheço, pela reflexão e pelo debate;
são questões de feitio, defeito de feitio; apesar de militante não abdico do meu pensamento, de pensar e analisar aquilo que me rodeia, nomeadamente no campo das políticas, onde, à semelhança daqueles com quem aprendi, sempre valorizei a autonomia, a reflexão;
tem custos, que sempre assumi, preferindo a liberdade de opinião, ao carneirismo seguidista e cego;
isto como intróito ao congresso federativo que amanhã se realiza em viana do alentejo;
momento de consenso, de assunção colectiva de desideratos partidários, de algum unanimismo também;
reconheço-me na moção de capoulas santos; pela regionalização, pela abertura e pluralismo político, pelo papel que évora tem de assumir se o alentejo se quiser afirmar, não contra nada, nem contra ninguém, mas, de forma mais complexa, a favor da região, de uma dinâmica regional como da permanente afirmação das políticas sociais, dimensão incontornável do partido socialista;
contudo, neste momento federativo de consensos torna-se também essencial questionar sobre as lideranças nacionais; se é certo que, contra tudo e a despeito de todos, assumi a minha preferência por josé sócrates, antes de qualquer coisa ou entendimento, também agora defendo que há que equacionar se sócrates faz ainda parte das soluções do ps ou se é parte do problema para a sua afirmação política do partido;
e a federação deve saber e poder assumir as suas orientações e opções sem seguir exemplos romanos mas evidenciando estratégias de futuro;
e é de futuro que se trata...

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

mobilidade

como em muitas outras coisas, a semana europeia da mobilidade passou perfeitamente incólume pelo município de arraiolos;
afinal a coisa não é assim tão importante que por aqui possa ser merecedora de um qualquer tratamento discriminativo, ainda que o centro chamado histórico esteja claramente condicionado (e bem) à circulação automóvel;
o trânsito continua a circular pela EN4 e os arraiolenses a vê-lo passar;
nem mais, é uma questão de mobilidade...

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

lugares

as câmaras municipais do interior do país são, na generalidade dos casos, os principais empregadores do concelho;
como a demais administração pública cresceram em função dos lugares, de diferentes formas de dependência que, ao nível municipal, se fazem sentir com acuidado;
de acordo com o último relatório e contas, a câmara municipal de arraiolos apresentava um total de 151 funcionários, para um quatro total de 271 elementos; portanto, com claríssima margem de crescimento;
agora e para a próxima assembleia municipal, dá-se conta de mais um acrescento, do aproveitamento político e partidário dessas margens de crescimento;
o certo é que e de acordo com o último relatório apresentado pelo município, há um funcionário para cada 50 habitantes do concelho;
mas permanecem as queixas da morosidade de procedimentos, da falta de limpeza, dos buracos que fazem anos no meio das aldeias, dos espaços verdes que não existem, etc, etc, coisa e tal;
mas salvaguardam-se sempre as companhias e as amizades, as dependências políticas como sociais...

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

brechas

desvio da educação para me imiscuir na política mais dura, a autárquica;
são visíveis algumas brechas no muro de silêncio e de constrangimento do pc de arraiolos;
há já quem questione algumas medidas, ainda que à boca pequenina;
há quem aponte críticas à acção do executivo municipal, mas à socapa não vá o presidente tece-las;
há gente que levanta dúvidas sobre as competências dos vereadores, mas em surdina para não espantar fantasmas;
esta é a democracia do pc de arraiolos, coacção, constrangimento, medo, insinuação, manipulação, claramente no seu melhor...

sábado, 11 de setembro de 2010

juventude

nem de propósito, a câmara de arraiolos organizou, como em anos anteriores mas com outros propósitos, uma festa da juventude;
como é tradicional do pc é a associação da juventude à combinação copos e música;
estava tanta gente, correu de tal modo bem, que parece que o senhor presidente se sentiu incomodado no meio de tanta juventude - isto para não dizer que foi um enorme fiasco, um vazio completo;
mesmo no meio da festa ainda houve oportunidade para a juventude de Stª. Justa perguntar a quem de direito do porquê da câmara não ter feito o mesmo há 4 anos atrás que agora faz por santana do campo;
deve ser por experiência...

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

notícias

na página web do município nem uma palavra sobre o encerramento da escola de Santana, sobre as políticas educativas municipais, sobre qual o papel da educação neste concelho;
é apenas e simplesmente o não porque não, pronto, qual teimosia persistente, que não encontra qualquer outra alternativa ao seu próprio esvaziamento, ao imobilismo e atavismo que caracteriza o município de Arraiolos,

teimosia

face ao encerramento das escolas, o município de Arraiolos continua irredutível na sua posição;
quer manter e garantir a descriminação dos alunos de Santana face àqueles que estão no centro escolar;
situado a menos de 5 minutos do centro da vila;
a escola de Santana, por muito que se queira, não consegue garantir as mesmas oportunidade e possibilidades que são oferecidas àqueles que estão num centro escolar de nova geração, dotado de todas as condições e recursos;
é uma teimosia, mas também e acima de tudo uma claríssima forma de descriminação;
se assim não fosse por que é que o município apostou na construção de um centro escolar de nova geração - mantinha o que tinha, como Mora, Montemor ou Estremoz, para citar o das redondezas;
mas não foi essa a opção, porquê...

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

excursões

a propósito de um comentário nos desenganos, deixem-me perguntar;
o que é que o município de arraiolos faz ou tem feito pelos velhotes, isto para além das excursões e de um ou outro almoço ou jantar?
como é que o município de arraiolos apoia os mais necessitados e fragilizados do concelho, na informação a que têm direito, nos apoios que lhe são concedidos, no acompanhamento social de modo a que a velhice não seja um entreposto;
neste campo, o que é que as juntas de freguesia fazem, para além de almoços e jantares, excursões, apertos de mão;
para além de um ou outro salamaleque proposto pelo município, qual o contributo social no enquadramento dos mais velhos;
num concelho onde predomina a velhice, onde são caça a votos, o que é que tem sido feito para minimizar o tempo lento a passar;
ou tudo é culpa do governo...

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

mais

há falta de pior, estabeleço arraiolos como o alvo preferencial de comentários;
há muito que reside a impunidade de quem nada tem feito e muito deixado andar pelo município;
respeito a democracia, como espero que a democracia seja respeitada; ao contrário de outros não recorro ao anonimato, assumo as ideias com o meu rosto e o meu nome por baixo assumindo que é de política que se trata;
a propósito da limpeza e da higiéne, que o senhor presidente reconheceu ser uma deficiência no concelho, o que é que o senhor vereador, responsável pelo pelouro, tem feito?
em termos de higiene é uma nódoa, em termos de espaços verdes uma erva daninha, em termos de mercados e feiras uma aventura, em termos de trânsito um deixa andar, em termos de iluminação uma escuridão;
mas ele lá tá, a fazer número, a decorar um gabinete, a fazer de conta...

arraiolos

fim-de-semana prasenteiro entre amena cavaqueira sobre este concelho de arraiolos;
primeira ideia, o que se pode fazer;
rápida passagem pela página do município; dá para perceber de uma animação que não se percebe com que sentido, nem com que objectivos, nem qual a articulação da coisa com outras coisas; dá para perceber a atenção que os velhotes, alguns velhotes diga-se, merecem da câmara;
e pronto;
apesar de ter sido aprovado em assembleia municipal a alteração da ocupação dos tempos dos jovens, mas nem uma referência; nem uma alternativa para aqueles que não participam em excursões, nem quem fica por aí;
arraiolos, aquilo que tem, nada, nadica foi feito pela câmara - os tapetes vêm de há séculos, a barragem do divor foi feita pelo Estado de Salazar, o patrimómio, grandemente ao abandono, por aqueles que aqui viveram; ao município...

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

arraiolos

arraiolos e o seu marasmo, a sua apatia;

`a parte as reclamações quanto ao encerramento de escolas ou quanto `a alteração do horário de funcionamento do centro de saúde local, alguém tem ouvido alguma coisa da câmara de Arraiolos? Percebido o que ali se passa ou o que acontece?
para além do ruído mediático no qual está claramente interessada para desviar atenções, alguém percebe qual e´ a dinâmica do concelho de Arraiolos?
o que tem sido feito pelo município pelos jovens em ferias? pelos idosos com o calor?
ou estamos todos de ferias, ate´ mesmo o município, a banhos e assim passamos despercebidos mais uns dias ou meses ou anos…

quinta-feira, 29 de julho de 2010

oportunidade

as políticas nacionais têm sido um óptimo condão para que a câmara de arraiolos e a sua vereação tenham uma excelente oportunidade de disfarçar as suas incompetências, a sua falta de ideias, a sua inacção;
da câmara de arraiolos há muito, muito tempo que não se vê uma ideia, uma coisa nova, uma coisa diferente, uma aposta onde ou sobre o que quer que seja, nem laivos de uma qualquer tentativa de contrariar o marasmo, a apatia ou definhamento de um concelho;
temos uma mancha de água soberba, pelo divor e não só, aos deus dará;
temos caminhos e trilhos por entre planícies e serras inigualáveis, mas apenas de quando em quando animadas;
temos uma gastronomia polvilhada de coisas boas, típicas do concelho, regionais, mas esquecidas ou só lembradas nas semanas tradicionais e promovidas pela região de turismo;
temos hotéis rurais, pousadas em quintas, casas típicas capazes de fazer admirar o melhor turista, mas apenas a pousada é animada por si mesma;
temos freguesias em proximidade efectiva e afectiva à capital regional, mas esquecidas por infraestruturas caducas, uma urbanização que interessa apenas a alguns;
somos atravessados por um dos mais importantes eixos viários do sul do país, a estrada nacional 4, mas apenas como ponte;
mas as energias da câmara concentram-se no centro de saúde onde apenas os mais velhos recorrem para receituário, onde, de acordo com os técnicos de serviço, a maior parte evita ir ou espera pelo seu encerramento para poder ir a Évora; esquecem-se dos velhos que morrem com o calor, que definham em hall de espera pela morte lenta que tarda em chegar;
as energias da câmara concentram-se em manifestações, que mais não fazem que desviar a atenção do essencial, no encerramento de uma escola que se encontra na sede de freguesia a 5 minutos de um novo centro escolar e que apenas tem 9 alunos;
as políticas nacionais têm sido uma oportunidade para que a câmara de arraiolos assobie e olhe para o lado e procure disfarçar as suas incompetências e o seu atavio;
falta saber até quando...

terça-feira, 27 de julho de 2010

parecenças

a câmara de arraiolos cada vez mais dá parecenças ao presidente do FCP;
todos estão contra eles, todos apontam armas e bagagens contra os seus interesses;
apenas para disfarçar as suas inépcias, as suas incapacidades de contrariar argumentos dos adversários mostrar alternativas, construir diferenças;
a câmara de arraiolos publicou uma posição contra o encerramento de uma escola; nem uma palavra sobre o facto de uma outra, ou outras, continuarem abertas;
a câmara de arraiolos constrói casas mortuárias mas desvia o olhar dos inúmeros milhares de euros que o estado português tem investido no concelho, em escolas, em centros de dia, de equipamentos sociais;
a câmara de arraiolos disfarça mal a sua incapacidade ou afirma bem a sua estratégia de isolamento...

sexta-feira, 23 de julho de 2010

política

e não resisto a trazer para estes apontamentos este concelho que me acolheu o de Arraiolos;
há quem destaque o trabalho já citado da Visão;
destaco, uma vez mais, a incapacidade de dar resposta aos desafios e à concorrência dos concelhos vizinhos;
neste fim-de-semana decorre um festival na praia fluvial de Mora, Montemor-o-Novo anunciou novos investimentos; no final do mês é Évora que se procura afirmar nos festivais de verão, para além de Estremoz ter assumido uma dinâmica deveras interessante;
Arraiolos fica no meio, sem nada, sem instrumentos nem mecanismos de afirmação ou de concorrência, limita-se a definhar, a atirar a culpa para os outros, enredado que se encontra na teia dos interesses de alguns, de algumas famílias;
por opção democrática, é certo...

sexta-feira, 5 de março de 2010

candidatura

estou certo que à revelia de muitos e contra a opinião de outros tantos, estou com Manuel Alegre, venha quem vier, esteja quem estiver;
reconheço que, apesar do reconhecimento que faço da sua figura, não seria o mais agradável e desejado, seja pela sua aristocracia, seja pela filiação em famílias que em muito se relacionam com a política, mas pouco lhe desejam;
mas é o meu candidato, desde a última eleição presidencial;

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

aristocracia


tenho de reconhecer que esta senhora, actual ministra do trabalho, me era totalmente desconhecida;
mas que gosto dela, lá isso gosto
uma das razões pelas quais reconheço o gosto pela senhora, é que talvez seja das políticas (com eles incluídos) que não tem aspecto de aristocrata de freguesia, que parece não depender de confrarias ou de linhagens mais ou menos vetustas;
e tem um discurso prático, simples, que de tão simples desarma muitos aristocratas da política, incluindo os que suportam o seu governo;
nem mais....

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

amorfismo

partidariamente a minha colectividade regional, o PS, mostra sinais de algum amorfimo;
coisa habitual, diga-se, marcada pelo absentismo de muitos, pela fraca quando não mesmo ausência de discussão política, pela débil articulação institucional e, particularmente, entre militantes;
fico com a sensação que as ideias estão discutidas e consertadas, noutros palcos, fruto de outros interesses, que é fruto de objectivos e não apenas consequência política, que acaba, quase sempre, por interessar aos mesmos e afugentar os do costume;
pena sinto que o papel regional e local seja, cada vez mais, entregue a outros e outros assentuem o nosso destino;