tenho télélé algo recente, daqueles que permite a uma qualquer pessoa estar sempre, ou quase sempre, disponível e contactável, não apenas via telefone, mas via mundo google;
as aplicações da google correm em segundo plano e permitem que, mesmo distante de um computador, a minha luz esteja verde a indicar disponibilidade - pelo menos virtual;
vai daí e de quando em quando, um amigo desafiam-me para a conversa;
e eu tão distante de uma resposta;
modernices...
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segunda-feira, 16 de agosto de 2010
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
tempo
o meu pc de secretária está a dar o berro; lento, lentinho, de quando em vez engasga-se, outras vai-se abaixo;
nada melhor que uma opção algo radical, formatar a coisa, de uma ponta a outra;
para que isso possa acontecer sem grandes moléstias, há que guardar o que é para guardar;
deu para ver como o tempo passa por nós;
as primeiras coisas a guardar foram as muitas fotografias que existem e que apenas existem em suporte digital;
são memórias de um tempo e de um momento; ao olhar-las dá para ver e perceber como o tempo passou por nós, os efeitos que deixou;
há coisas menos boas, obviamente, mas também há coisas boas, uma questão de perspectiva...
nada melhor que uma opção algo radical, formatar a coisa, de uma ponta a outra;
para que isso possa acontecer sem grandes moléstias, há que guardar o que é para guardar;
deu para ver como o tempo passa por nós;
as primeiras coisas a guardar foram as muitas fotografias que existem e que apenas existem em suporte digital;
são memórias de um tempo e de um momento; ao olhar-las dá para ver e perceber como o tempo passou por nós, os efeitos que deixou;
há coisas menos boas, obviamente, mas também há coisas boas, uma questão de perspectiva...
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
vontade
não sei se foi de uma leve indisposição pós-almoço, mas tou que não me apetece fazer nada;
nem pensar, nem navegar, nem escrever... vontade de nada...
nem pensar, nem navegar, nem escrever... vontade de nada...
terça-feira, 10 de agosto de 2010
sem comentários
acho que os dias que têm estado não merecem comentários;
ou será que merecem;
diz-se, aqui pela minha terra, que tá cá uma estorrina...
ou será que merecem;
diz-se, aqui pela minha terra, que tá cá uma estorrina...
sexta-feira, 30 de julho de 2010
turno
hoje foi dia de passagem de turno;
na próxima 2ª feira regresso à estrofeca normal e o pessoal estará, na sua totalidade, de férias;
em vez de me deixarem recados, optei por passar por lá, reconhecer o trabalho realizado e pegar nas pontas que terei de alinhavar;
nada de significativo, pois o pior está ultrapassado, turmas feitas, matrículas realizadas, condicionantes assumidas;
ao fim de um ano de estar na direcção regional é mais perceptível o trabalho que há para fazer, os objectivos alcançar;
vamos trabalhar por objectivos, seja isso o que for; para além de assumir o carácter manifestamente contingencial das solicitações...
na próxima 2ª feira regresso à estrofeca normal e o pessoal estará, na sua totalidade, de férias;
em vez de me deixarem recados, optei por passar por lá, reconhecer o trabalho realizado e pegar nas pontas que terei de alinhavar;
nada de significativo, pois o pior está ultrapassado, turmas feitas, matrículas realizadas, condicionantes assumidas;
ao fim de um ano de estar na direcção regional é mais perceptível o trabalho que há para fazer, os objectivos alcançar;
vamos trabalhar por objectivos, seja isso o que for; para além de assumir o carácter manifestamente contingencial das solicitações...
mosquitos
comer fora, em tempo de calor e perto de muita água, é sinal de mosquitos;
hoje, ao jantarmos no meio do pátio, apesar da corrente de vento feita por duas casas, foi sinónimo disso mesmo, de mosquito;
tenho várias mordeduras, sinal que sou apetecível aos ditos cujos;
eu que me aguente, pois claro...
hoje, ao jantarmos no meio do pátio, apesar da corrente de vento feita por duas casas, foi sinónimo disso mesmo, de mosquito;
tenho várias mordeduras, sinal que sou apetecível aos ditos cujos;
eu que me aguente, pois claro...
segunda-feira, 26 de julho de 2010
explicação
fico sempre contente quando, entre palavras e gestos, consigo explicar o que ando a fazer com uma tese de doutoramento às costas;
e explicar aquém nada percebe disto, disto de escola ou de investigação, quais os objectivos, a minha tese, os afazeres, o gosto e as angústias;
mais não fosse por isto e o fim-de-semana teria valido a pena...
e explicar aquém nada percebe disto, disto de escola ou de investigação, quais os objectivos, a minha tese, os afazeres, o gosto e as angústias;
mais não fosse por isto e o fim-de-semana teria valido a pena...
cá dentro
em tempo de pausa pedagógica não há horas, nem tempo, agenda ou compromissos;
apetece e vamos;
o fim-de-semana foi uma escapadinha, fomos para fora cá dentro, para zonas mais frescas que este meu alentejo;
este é o casario e as gentes que ontem procuraram a praia da nazaré para fugir ao tempo quente;
sexta-feira, 23 de julho de 2010
sons
entre melomanias e coisas musicais hoje, quando circulava pela A6 pensava para os meus botões que a minha tese tresanda a cerveja, jameson e a jazz;
são companhias inseparáveis da escrita, de pensar o meu trabalho e de afogar as mágoas do cansaço desta coisa;
uma das companhias assenta nos diversos álbuns deste Pat Matheney group; som diferente, entre o jazz e qualquer outra coisa, que descobri, por intermédio de um amigo que não vejo à anos, mas do qual não esqueço;
são companhias inseparáveis da escrita, de pensar o meu trabalho e de afogar as mágoas do cansaço desta coisa;
uma das companhias assenta nos diversos álbuns deste Pat Matheney group; som diferente, entre o jazz e qualquer outra coisa, que descobri, por intermédio de um amigo que não vejo à anos, mas do qual não esqueço;
opções
entre uma pausa pedagógica e trabalho de casa, a opção tem sido a de estar ausente deste meu cantinho;
procuro dar descanso aos amigos bem como aos poucos leitores que, em tempos de seally season bem podem prescindir de outras banalidades, coisas de nada ou simples diatribes;
procuro dar descanso aos amigos bem como aos poucos leitores que, em tempos de seally season bem podem prescindir de outras banalidades, coisas de nada ou simples diatribes;
sexta-feira, 9 de julho de 2010
estranho
entre notícias disto e daquilo, comentários de um amigo ou de simples conhecidos, observações sobre qualquer coisa ou coisa nenhuma, parece-me que vivemos tempos estranhos;
tempos em que as análises não batem umas com as outras, os diagnósticos são cinzentos e obscuros, as medidas incertas e periclitantes, as opções inconstantes;
os tempos são de incerteza, há muito que se sabe isso, mas da incerteza à dúvida e desta à estranheza, são passos curtos nos dias que correm...
tempos em que as análises não batem umas com as outras, os diagnósticos são cinzentos e obscuros, as medidas incertas e periclitantes, as opções inconstantes;
os tempos são de incerteza, há muito que se sabe isso, mas da incerteza à dúvida e desta à estranheza, são passos curtos nos dias que correm...
sexta-feira, 18 de junho de 2010
peso
em final de semana sinto o peso dos dias e dos quotidianos em cima dos ombros;
ando mais dobrado, mais encarquilhado, reflexo do peso da semana que se apresta para terminar;
e os fins-de-semana nunca são grande coisa, preenchidos que são com múltiplos afazeres...
ando mais dobrado, mais encarquilhado, reflexo do peso da semana que se apresta para terminar;
e os fins-de-semana nunca são grande coisa, preenchidos que são com múltiplos afazeres...
quarta-feira, 16 de junho de 2010
esforço
em final de dia, que têm sido deveras complicados, onde tenho deitado abaixo a bateria do télélé, a vontade de estar de volta da tese é praticamente nula;
mas é de esforço que se trata e não de vontade ou de apetites;
entretanto divago por aqui...
mas é de esforço que se trata e não de vontade ou de apetites;
entretanto divago por aqui...
domingo, 13 de junho de 2010
novidades
este ano na quinta há uma novidade espalhada pelos sítios mais frescos e mais macios da terra;
são as toupeiras ou ratos cegos como há quem lhes chame;
fazem autênticas crateras de mini vulcões, deixam o espaço todo esburacado;
se há sítios onde não me incomodam, outros há que são uma clara chatice como é a relva;
combatê-los é um autêntico desafio
são as toupeiras ou ratos cegos como há quem lhes chame;
fazem autênticas crateras de mini vulcões, deixam o espaço todo esburacado;
se há sítios onde não me incomodam, outros há que são uma clara chatice como é a relva;
combatê-los é um autêntico desafio
sexta-feira, 11 de junho de 2010
fartura
fartura até de escrita, mas não é disso que se trata;
numa quinta com múltiplas árvores de fruto, fica evidente que a fartura não é para esta casa;
as árvores florescem quanto têm de florescer, como resultado em determinados períodos há muito de tudo, ele são nêsperas, alperces, pêssegos, ameixas, pêras, maças e outras coisas que tais;
e acham que o pessoal as comes, não senhor, gosta-se é da fruta fora de época, quando há muito fica dependurada nas árvores;
é como a escrita, fica por aqui dependurada...
numa quinta com múltiplas árvores de fruto, fica evidente que a fartura não é para esta casa;
as árvores florescem quanto têm de florescer, como resultado em determinados períodos há muito de tudo, ele são nêsperas, alperces, pêssegos, ameixas, pêras, maças e outras coisas que tais;
e acham que o pessoal as comes, não senhor, gosta-se é da fruta fora de época, quando há muito fica dependurada nas árvores;
é como a escrita, fica por aqui dependurada...
coisas
coisas que são óptimas histórias de vida, daquelas que iluminariam qualquer telenovela;
uma senhora apaixonou-se pelo seu actual marido em face do modo como ele conversava, descrevia a sua anterior esposa, ele agora viuvo;
a filha que agora esperam terá o nome dessa sua primeira mulher, por opção da actual;
são coisas da vida...
uma senhora apaixonou-se pelo seu actual marido em face do modo como ele conversava, descrevia a sua anterior esposa, ele agora viuvo;
a filha que agora esperam terá o nome dessa sua primeira mulher, por opção da actual;
são coisas da vida...
domingo, 6 de junho de 2010
dúvidas
ultrapassadas as dúvidas e angústias do fim-de-semana, a opção recaiu em sábado optar pelas ervas e pela courela e hoje pela escrita;
o texto para os jovens investigadores de aveiro está pronto, apenas a marinar para ver o que dele pode sobressair, as ervas hoje podem crescer à vontade...
o texto para os jovens investigadores de aveiro está pronto, apenas a marinar para ver o que dele pode sobressair, as ervas hoje podem crescer à vontade...
sábado, 5 de junho de 2010
angústias
as angústias de fim-de-semana;
para estar aqui, de volta de textos e escritas, ideias e argumentos, as ervas crescem livremente;
para andar de volta das ervas, são as ideias que estagnam;
são angústias...
para estar aqui, de volta de textos e escritas, ideias e argumentos, as ervas crescem livremente;
para andar de volta das ervas, são as ideias que estagnam;
são angústias...
sexta-feira, 28 de maio de 2010
pantano
que diria hoje a. guterres se regressasse a esta terra à beira mar "encrustada";
hoje, em que as dúvidas e incertezas são mais que muitas, em que não se vislumbra um pingo de tino (a não o ser o de rãs), em que à esquerda e à direita apenas se olha o décifit e o umbigo;
há, certamente, quem regozije com a coisa, como há aqueles que apenas se limitam a sobreviver;
e cada dia que passa é de sobrevivência que se trata...
hoje, em que as dúvidas e incertezas são mais que muitas, em que não se vislumbra um pingo de tino (a não o ser o de rãs), em que à esquerda e à direita apenas se olha o décifit e o umbigo;
há, certamente, quem regozije com a coisa, como há aqueles que apenas se limitam a sobreviver;
e cada dia que passa é de sobrevivência que se trata...
segunda-feira, 24 de maio de 2010
pachorra
tenho de reconhecer e assumir que a idade me tem tirado alguma da pachorra que me caracterizou enquanto mais novo;
já tive pachorra - leia-se paciência - para discutir isto e aquilo, com este e aquele, sobre tudo e, acima de tudo, para nada;
hoje não, não tenho pachorra para discutir o sexo dos anjos, não tenho pachorra para trocar ideias e menos argumentos com pessoas que têm a cabeça pré-formatada, cheias de banalidades, lugares comuns, vulgaridades daquelas que encheriam uma qualquer primeira página de um qualquer tablóide;
o defeito é meu e decorre da idade, mas não há pachorra...
já tive pachorra - leia-se paciência - para discutir isto e aquilo, com este e aquele, sobre tudo e, acima de tudo, para nada;
hoje não, não tenho pachorra para discutir o sexo dos anjos, não tenho pachorra para trocar ideias e menos argumentos com pessoas que têm a cabeça pré-formatada, cheias de banalidades, lugares comuns, vulgaridades daquelas que encheriam uma qualquer primeira página de um qualquer tablóide;
o defeito é meu e decorre da idade, mas não há pachorra...
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